Pages

Veja como aconteceu o incêndio na residencia de Antonio Francisco em Baraúna.

Por volta das 20h50, na rua Nicássio Monteiro de Góis, 13, bairro Cinderela, a família estava jantando, quando uma criança de apenas dois anos começou a chorar, irritando Antonio Francisco que como forma de castigo prendeu a criança dentro de um quarto e em seguida fechou a porta.
"A esposa de Antonio Francisco, a dona de casa Angélica da Silva Souza, não gostou do tratamento do marido com o filho e retirou a criança do castigo, aumentado ainda mais a revolta do acusado, que pegou o carro, foi até um posto de combustíveis e comprou gasolina", explicou o policial.
Quando Antonio chegou em casa começou a derramar gasolina na sala. Angélica, seu padrasto Carlos Alberto de Carvalho, 62, e dois irmãos menores, de 15 e 17 anos, quando viram o acusado derramando o combustível tentaram impedi-lo, se agarrando com ele, mas Antonio Francisco acendeu o isqueiro e causou o incêndio de grandes proporções.
"Como estavam os cinco encharcados de gasolina, todos foram atingidos pelo fogo. O menino nada sofreu porque o incêndio começou na sala da frente e ele estava trancado no quarto, porém todos que tentaram coibir o acusado foram atingidos, inclusive o causador da tragédia", disse o policial.
Todos foram levados para o hospital local e depois transferidos para o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). Devido à gravidade das queimaduras, Antonio Francisco, Carlos Alberto e o adolescente foram transferidos para uma unidade médica de Natal, com queimaduras de 3º grau e o quadro clínico bastante grave.
Angélica de Souza e a irmã de 15 anos sofreram queimaduras nos braços e pernas e não correm riscos de morte.

informações- repassadas pelo soldado Damião Alves, juntamente com soldado Couto.